Quem faz o patrimônio? Considerações sobre os Inventários Participativos em Ceilândia - Distrito Federal

  • Vinícius Prado Januzzi UnB
  • Ana Carolina Lessa Dantas UnB

Resumo

A partir da publicação do livro Athos, Colorindo Brasília, em 2018, a Superintendência do Iphan no Distrito Federal iniciou uma coleção de obras literárias intitulada Patrimônio para Jovens. As publicações, que têm como foco os alunos do ensino básico distrital, buscam apresentar conceitos associados à educação patrimonial e à preservação dos bens coletivos. Tendo o primeiro volume versado sobre o Plano Piloto de Brasília, optou-se, para a construção do segundo, tratar dos patrimônios de outra Região Administrativa, Ceilândia. Neste trabalho, objetivamos discorrer brevemente sobre o processo de construção coletiva desta obra, orientado pela utilização dos Inventários Participativos, instrumentos metodológicos desenvolvidos pelo Iphan. Mais do que apenas registrar a experiência e o percurso objetivamente adotados, propusemo-nos a comentar temas que emergiram neste ínterim e que desafiam as definições convencionais de patrimônio cultural.


Palavras-chave: Brasília. Ceilândia. Patrimônio material. Patrimônio imaterial. Educação patrimonial. Inventários Participativos.

Publicado
Mar 31, 2020
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JANUZZI, Vinícius Prado; DANTAS, Ana Carolina Lessa. Quem faz o patrimônio? Considerações sobre os Inventários Participativos em Ceilândia - Distrito Federal. Revista Com Censo: Estudos Educacionais do Distrito Federal, [S.l.], v. 7, n. 1, p. 113-120, mar. 2020. ISSN 2359-2494. Disponível em: <http://periodicos.se.df.gov.br/index.php/comcenso/article/view/752>. Acesso em: 25 maio 2020.