A brincadeira como prática anticapacitista

Autores

  • Michelle de Souza UDESC
  • Natália Schleder Rigo

Palavras-chave:

Educação infantil, Território brincante, Práticas anticapacitistas

Resumo

Este relato traz como temática central o território brincante como prática anticapacitista. Trata-se aqui mais precisamente a respeito do projeto Hospital de Campanha Aririú realizado com uma de turma do GT 4 que atende crianças de 4 e 5 anos, no Centro de Ensino Infantil Maria José de Medeiros, no Aririú, Palhoça. Realizado no período de setembro a novembro de 2024, são descritas, neste relato de experiência, brincadeiras e propostas que promoveram interações entre as crianças, ampliando o repertório entre a brincadeira do faz de conta e a vida real, atuando diretamente no desenvolvimento integral da criança, rompendo com práticas capacitistas. O objetivo é apresentar parte dos resultados gerados pelo projeto e trazer algumas considerações sobre as ações dialogando com referências teóricas. 

 

Biografia do Autor

Michelle de Souza, UDESC

Professora na Rede Municipal de Ensino de Palhoça/SC. Pedagoga pelo Centro Universitário Municipal de São José (USJ), com especialização em Orientação, Supervisão e Administração Escolar pela UNIASSELVI. Mestranda em Educação Inclusiva (PROFEI) da UDESC. Contato: michelle.souza.udesc.t5@gmail.com

Natália Schleder Rigo

Professora Adjunta da UDESC no Laboratório de Educação Inclusiva (LEdI) do Centro de Educação a Distância (CEAD). Graduação em Letras com habilitação em Libras pela UFSC e em Educação Artística com habilitação em Artes Plásticas pela UPF. Mestrado e doutorado em Estudos da Tradução pela UFSC. Contato: natalia.srigo@udesc.br

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Publicado

2025-12-19